A explosão ocorrida no Jaguaré, na zona oeste de São Paulo, deixou duas mortes, com a confirmação da segunda vítima. A vítima restante faleceu no Hospital Regional de Osasco, e as investigações seguem para esclarecer as causas, orientar a reconstrução e apontar responsabilidades às empresas envolvidas.
Além da fatalidade, duas pessoas ficaram feridas: uma foi atendida no Hospital Universitário da USP e já recebeu alta; a outra permanece estável no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. O acidente ocorreu na segunda-feira, 11 de maio, na região do Jaguaré.
O governador Tarcísio de Freitas afirmou que, neste momento, o foco é a reconstrução e a apuração das responsabilidades. As autoridades trabalham para entender exatamente o que aconteceu e para aperfeiçoar procedimentos de obra, buscando punir os responsáveis e evitar novas tragédias.
As casas vizinhas foram avaliadas em quatro níveis de risco. Entre 105 imóveis vistoriados, 86 ficaram classificados como verde e já foram liberados para o retorno imediato das famílias; 14 ficaram na cor amarela, permitindo apenas a retirada de pertences; outras 14 residências ficaram em laranja, exigindo acompanhamento da Defesa Civil para retirada de objetos; e cinco imóveis foram classificados como vermelho, permanecendo totalmente interditados por risco estrutural.
Até a tarde de terça-feira, 12, o governo informou que 86 imóveis já haviam sido liberados para o retorno. Ainda havia 14 interditados cautelarmente e cinco totalmente interditados. O episódio mobilizou ações de assistência às famílias, com 194 pessoas cadastradas para receber o auxílio emergencial imediato, ampliado para até R$ 5 mil. Moradores estão sendo hospedados em hotéis, recebendo apoio social.
As autoridades prometem continuar as obras de reconstrução e aprofundar a investigação para responsabilizar os responsáveis. O objetivo é fortalecer a segurança de intervenções futuras e apoiar rapidamente as famílias atingidas pela tragédia na cidade de São Paulo.
