Mergulhadores italianos mortos em maldivas podem ter entrado no túnel errado

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Cinco mergulhadores italianos morreram nas Maldivas durante uma atividade de scooby diving. As primeiras informações indicam que eles entraram na caverna por um túnel errado, sem sair por uma rota de escape, enquanto exploravam o fundo do mar a cerca de 60 metros de profundidade.

A informação foi veiculada pela CBS News e confirmada pela CEO da empresa de resgate que recuperou os corpos. Laura Marroni afirmou à La Repubblica que “não havia saída por aquele caminho” durante a avaliação do que ocorreu.

Os corpos foram encontrados por mergulhadores da DAN Europe dentro de um corredor sem saída, a aproximadamente 60 metros de profundidade, após o grupo não retornar à superfície.

Entre as vítimas estavam quatro integrantes de uma equipe da Universidade de Genova: a professora de ecologia Monica Montefalcone, sua filha Giorgia Sommacal (também estudante), a pesquisadora Muriel Oddenino e Federico Gualtieri, formado em biologia marinha. A quinta vítima foi Gianluca Benedetti, gerente de operações da embarcação e instrutor de mergulho.

O mergulho envolvia equipamentos autônomos de respiração, prática conhecida como scooby diving, que permite maior liberdade para explorar cavernas submarinas. O acidente ocorreu na manhã de quinta-feira, 14 de maio, conforme divulgado pela imprensa local; a BBC também confirma que esse tipo de incidente é relativamente raro nas Maldivas.

A polícia informou que o mar estava agitado na região, cerca de 100 quilômetros ao sul da capital Malé, e um alerta amarelo foi emitido para embarcações de passageiros e pescadores. A universidade de Genova divulgou condolências às famílias e destacou o peso da perda para a comunidade acadêmica e para os estudos de ecologia marinha.

As informações foram atualizadas ao longo do dia e reforçam a necessidade de cautela em mergulhos em cavernas, mesmo em destinos turísticoss de renome. As autoridades e equipes de resgate continuam apurando as circunstâncias do incidente. A parceria entre universidades, empresas de resgate e autoridades locais permanece essencial para esclarecer o que aconteceu e evitar novas tragédias.

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