Cláudio Castro é alvo da PF em operação sobre aportes bilionários no Master

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Meta descrição: A Polícia Federal deflagrou a oitava fase da Operação Compliance Zero para apurar a aplicação irregular de quase R$ 3 bilhões do Rioprevidência em fundos ligados ao Banco Master. A ação, ocorrida em 26 de maio de 2026, envolve buscas no Rio de Janeiro e no Distrito Federal e mira o ex-governador Claudio Castro, cuja residência de luxo na Barra da Tijuca está entre os alvos.

A PF cumpriu 10 mandados de busca e apreensão em endereços no Rio de Janeiro e no Distrito Federal, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal. O objetivo é esclarecer possível crime financeiro decorrente da aplicação de recursos do Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro em fundos de investimento vinculados ao Banco Master.

Entre os alvos está a residência do político na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio, apontada pela investigação como parte de diligências para entender operações envolvendo o Rioprevidência e fundos da instituição financeira.

A PF descreve a investigação como desdobramento da chamada Operação Barco de Papel, que identificou aportes suspeitos do Rioprevidência em Letras Financeiras do Master, somando aproximadamente R$ 970 milhões entre outubro de 2023 e julho de 2024. Nesta nova etapa, investiga-se também a aplicação de cerca de R$ 2,01 bilhões desde julho de 2024, elevando o volume total para perto de R$ 3 bilhões.

Nesta fase, a Polícia Federal foca em crer que os recursos do Rioprevidência teriam sido canalizados para fundos de investimento da mesma instituição financeira, levantando suspeitas de irregularidades que justificaram as buscas autorizadas pelo STF. O caso envolve, ainda, o monitoramento de transferências e a eventual responsabilização de gestores envolvidos, segundo apurações em andamento.

Em 15 de maio, outra etapa da mesma linha de investigação, denominada Operação Sem Refino, prendeu atenção sobre ligações entre a gestão do ex-governador e o Grupo Refit, com apreensão de celulares e tablets durante as diligências. A PF continua monitorando pré-existentes registros e colaborações para esclarecer as relações entre investidores e fundos.

A Jovem Pan informou que tentou contato com a defesa de Cláudio Castro para um posicionamento. O espaço permanece aberto para manifestação, enquanto a apuração avança e as autoridades divulgam atualizações conforme os desdobramentos.

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