Matheus Cunha concedeu entrevista coletiva na Granja Comary, no terceiro dia de preparação da Seleção para o amistoso contra o Panamá, antes da Copa do Mundo de 2026. O atacante do Manchester United celebrou a chance de voltar à Amarelinha após ficar fora da lista em 2022 e destacou a sensação de superar um ciclo difícil rumo ao Mundial.
Sobre o papel no time, o atacante afirmou que, neste segundo ciclo com a Amarelinha, a função está mais próxima do que desempenha no United: maior movimentação entrelinhas e participação na criação de jogadas. “Sem dúvidas. Acho que nesse meu segundo ciclo de Seleção é muito mais parecido com o que jogo no clube. Mais flutuações entrelinhas e em muitos momentos jogando totalmente como meia”, comentou.
Ele ainda relembrou a emoção de chegar à Granja Comary no dia do seu aniversário: “Dar um passo para o meu sonho e chegando no dia do meu aniversário acho que é destino. Vamos ver. Mais um ano de vida aqui onde sempre sonhei”, afirmou.
Cunha também comentou a disputa no setor ofensivo da seleção, diante da lesão de Estêvão, do retorno de Neymar e do surgimento de nomes como Rayan, Endrick e Igor Thiago. “É gratificante ver que, quando entraram, o grupo se encaixou bem. Infelizmente aconteceu algo muito triste pra todos nós [lesão de Estêvão]. O grupo precisa se fechar em torno de um objetivo comum”, disse. A posição titular, segundo ele, dependerá das escolhas de Ancelotti e das funções exigidas a cada momento.
A Seleção segue os treinamentos na Granja Comary e encara o Panamá no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. Após a partida, a delegação viajará aos Estados Unidos para a reta final de preparação, incluindo um amistoso contra o Egito em Cleveland, antes da estreia na Copa do Mundo.
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