Resumo: O julgamento do ex-parlamentar Jairinho e de Monique Medeiros pela morte de Henry Borel entra na fase final, após 10 dias de sessões no Rio de Janeiro. O promotor descreveu Jairinho como psicopata severo e Monique como narcisista, e a conclusão está prevista para esta quarta-feira. Meta descrição: caso Henry Borel, julgamento no Rio de Janeiro, Jairinho e Monique Medeiros.
A audiência, iniciada por volta das 10h30, entra na última etapa do processo: a sustentação da acusação seguida de debates com as defesas de Jairinho e Monique. A promotoria busca contrapor a versão da mãe, que afirma não ter percebido as agressões, ressaltando que Monique sabia desde o começo quem era o ex-namorado e que poderia ter atuado para impedir o que aconteceu com Henry.
Monique Medeiros, pela primeira vez nesta fase, afirmou em depoimento que atribui a Jairinho a responsabilidade pela morte de Henry, que tinha apenas 4 anos. Ela disse acreditar, com base no modus operandi observado em relacionamentos anteriores, que pode ter sido ele quem causou o desfecho trágico.
A promotoria reforçou que Monique não agiu para impedir as agressões, mesmo diante de sinais claros. A defesa questiona essa leitura, argumentando que a responsabilização exige provas consistentes e levando em conta o contexto vivido pela mãe. O procurador Cristiano Medina afirmou que “Monique soube desde o início quem era o Jairo”, elevando a pressão sobre as testemunhas e as peças de evidência apresentadas.
O desfecho do caso Henry está próximo, com os jurados na expectativa de decidir entre culpa e inocência para ambos os réus. O julgamento é lembrado como o mais longo da história do Rio de Janeiro, refletindo a complexidade do caso e o impacto público. E você, o que pensa sobre esse debate que envolve responsabilidade, justiça e proteção à criança? Compartilhe sua opinião nos comentários.
