34ª Marcha Para Jesus reuniu milhares de fiéis em São Paulo nesta quinta-feira (4/6). O evento começou às 10h, com a caminhada partindo das estações Luz e Tiradentes e seguindo até a Praça Heróis da FEB, na zona norte, num trajeto de 3,5 km. Um palco foi montado na FEB para atrações musicais até as 21h, enquanto oito trios elétricos percorriam o trajeto, atraindo multidões pelo centro da cidade.
Organizada pelo apóstolo Estevam Hernandes, da Renascer em Cristo, a edição deste ano traz o tema Todo joelho se dobrará e toda língua confessará que Jesus é o Senhor, trecho de Filipenses. A programação de 2026 já traz nomes como Thalles Roberto, André & Felipe, Eli Soares, Jefferson & Suellen, Ton Carfi, Maria Marta, Renascer Praise, Anderson Freire e Gabriela Rocha, entre outros.
O evento ganhou contorno político ao receber figuras da direita e nomes ligados ao governo. O ministro da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, participou, acompanhado de pré-candidatos e autoridades como Sosthenes Cavalcanti (PL-RJ) e o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB). Messias afirmou que, na “mesa de Jesus”, cabem todas as pessoas, e que a marcha é um momento de louvor, lembrando que o presidente Lula o chamou para levar o afeto do governo ao povo de Deus. Flávio Bolsonaro, pré-candidato ao Senado, também esteve presente, reforçando que a pauta não visa tomar o palco da política, mas expressar fé diante dos desafios do país.
Entre atrações e discursos, ficou evidente a tentativa de unir fé, cultura e mobilização cívica. O tom enfatizou oração pelo Brasil e a ideia de responder, com espiritualidade, ao que os organizadores chamam de mundo do mal. O conjunto de discursos e apresentações reforçou a ideia de que esse é, para muitos, um espaço de expressão de identidade, fé e comunidade, com participação de diversas lideranças religiosas e políticas locais.
A galeria a seguir traz imagens da caminhada e das apresentações, capturando a energia do evento com os fiéis percorrendo o trajeto e o grande palco na FEB.






O evento segue com a expectativa de participação de lideranças e nomes políticos, reforçando a ideia de fé coletiva como força comunitária. Ao mesmo tempo, a organização enfatiza que o foco é adoração e reflexão, e não apenas palco para manifestações públicas.
E você, qual é sua leitura sobre esse encontro entre fé, cultura e política em grandes cidades? Deixe seu comentário, compartilhe a sua visão e participe da conversa sobre o papel da religião na sociedade atual.
