Anna Raphaella Lucena da Cunha Lima voltou a chamar a atenção de Brasília após ser detida na madrugada de sábado por dirigir embriagada e colidir o carro contra uma placa de sinalização na Esplanada dos Ministérios. O episódio se soma a um histórico de ocorrências envolvendo álcool e comportamentos fora da lei, com prisões, fianças e relatos polêmicos.
No registro de hoje, por volta de 3h30, a Land Rover Defender que ela dirigia perdeu o controle e atingiu a sinalização do SESI Lab. Imagens de testemunhas mostram a dianteira do veículo parcialmente danificada e destroços pela via. A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) informou que a ação visava resguardar a segurança de servidores armados na região. Anna foi autuada por dirigir embriagada e, após pagar fiança de 8 mil reais, foi colocada em liberdade.
Anteriormente, em setembro do ano passado, a mesma mulher já havia sido presa após urinar na rua e xingar um delegado da PCDF; aquela prisão também envolveu medidas de segurança pública, com detenção e encaminhamento a registro policial. A situação atual se soma a esse histórico de conduta sob efeito de álcool, ampliando o debate sobre responsabilidade no trânsito e na via pública em Brasília.
Em 28 de setembro de 2025, outra ocorrência ocorreu no Plano Piloto: Anna, então passageira de uma Land Rover Defender, desceu do veículo no meio da via entre o Eixo Monumental e a Esplanada dos Ministérios, urinou na via e houve constatado que ambos estavam alcoolizados. O motorista se recusou a fazer o bafômetro, e a policial militar que atendeu a ocorrência levou-a à 5ª Delegacia de Polícia (Asa Norte). O bloqueio de fiança para a passageira foi fixado em 20 mil reais, sendo que ela deixou a prisão após pagar 13 mil. O caso teve registro de uma sequência de acontecimentos descrita pela polícia, incluindo relatos de tumulto dentro da delegacia e uma situação que se estendeu por horas.
Na delegacia, visivelmente embriagada e com dificuldades até para falar, Raphaella protagonizou um barraco que durou pelo menos uma hora. Sem conseguir explicar sua profissão aos agentes, a mulher surpreendeu os plantonistas ao afirmar estar “incorporando uma entidade”. Em meio à cena, passou a prever “tragédias e desgraças” para os policiais de plantão, deixando o clima ainda mais tenso. A mulher chegou a dizer que “a filha de um delegado iria morrer”.
A Polícia Civil do DF fixou fiança em 20 mil reais para a passageira nessa ocorrência; Raphaella deixou a prisão após pagar 13 mil. Em fevereiro de 2025, a mesma Land Rover Defender esteve no centro de outra prisão: ela, sempre sob efeito de álcool, teria batido em um motociclista; o laudo no Instituto de Medicina Legal confirmou o consumo de álcool. Os episódios mostram um padrão de conduta sob influência de álcool envolvendo a mesma pessoa e o mesmo veículo.
E você, o que acha dessas situações repetidas envolvendo álcool ao volante? Deixe seu comentário com suas opiniões sobre medidas de segurança, responsabilização e prevenção de acidentes no trânsito.



