A Academia de Letras Jurídicas do Sul da Bahia (Aljusba) escolheu a chapa União e Trabalho para conduzir a instituição no biênio 2026-2028, com aprovação superior a 75% dos votos válidos. Fundada em 13 de maio de 2011, em Itabuna, a Aljusba é a primeira academia do gênero no interior da Bahia e a sexta no país, tendo Francolino Gonçalves de Queiroz Neto como patrono.
A entidade foi idealizada por Vercil Rodrigues, com a participação de José Carlos Oliveira (in memoriam), Leandro Alves Coelho (primeiro presidente), Paulo Sérgio Bomfim e Cosme José dos Reis. Reúne advogados, juristas, professores de direito, magistrados, juízes, delegados e profissionais afins das regiões sul, extremo-sul e baixo-sul da Bahia.
Entre suas finalidades estão o estudo do direito em todos os seus ramos, o aperfeiçoamento e a difusão das letras jurídicas, o reconhecimento e a valorização dos profissionais que contribuem com o ensino, a pesquisa e a produção literária jurídica, além do compromisso ético e do aperfeiçoamento da ciência jurídica em sua atuação.
Na eleição, na chapa única, foram eleitos: Allah Nascimento Silva Muniz Góes (cadeira 30) para presidente; Rui Carlos Rodrigues Miranda da Silva (cadeira 36) para vice-presidente; Flávia Falcão Gordilho (cadeira 21) para diretora-secretária; Clodovil Moreira Soares (cadeira 19) para diretor-financeiro; Tarik Vervloet Fontes (cadeira 12) para diretor da biblioteca e arquivo; Luiz Carlos Souza Vasconcelos (cadeira 23) para diretor da revista; e Vercil Rodrigues (cadeira 1) e Leandro Alves Coelho (cadeira 3) como conselheiros fiscais. Logo após a apuração, ocorreu a posse administrativa da nova diretoria, com a transição de gestão e recebimento de livros, documentos e informações financeiras.
A solenidade festiva de posse está marcada para agosto de 2026, com programação acadêmica que prevê duas palestras sobre temas relevantes do mundo jurídico e institucional. Data, local e palestrantes ainda serão definidos, e o calendário de atividades para o restante de 2026 será apresentado na ocasião, fortalecendo a atuação da Aljusba junto à comunidade jurídica, acadêmica e à sociedade.
E você, como avalia o papel de uma academia jurídica regional na valorização do direito e na conexão entre profissionais, estudantes e a sociedade? Compartilhe sua opinião nos comentários e participe da conversa sobre o futuro da Aljusba e da produção literária jurídica no sul da Bahia.
