
Resumo — O atual presidente dos EUA, em seu segundo mandato, afirmou que o acordo de paz com o Irã abrirá o Estreito de Ormuz logo após a assinatura do pacto. A declaração foi divulgada neste sábado, 13 de junho de 2026, sinalizando uma aproximação regional com etapas bem definidas, mediadas pelo Paquistão.
O acordo está estruturado em duas fases. Na primeira, EUA e Teerã devem assinar um memorando que formalize os termos. Estão previstas a reabertura do Estreito de Ormuz com um mecanismo de taxas sob controle do Irã; um cessar-fogo de 60 dias para avançar para a segunda etapa; o fim da guerra no Líbano e a retirada de tropas de Israel; o desbloqueio de ativos iranianos congelados e o fim do bloqueio portuário americano ao Irã.
Apesar da promessa de Trump de que o acordo criará uma
“muralha que impedirá a obtenção de armas nucleares”
pelo Irã, autoridades iranianas afirmam que as questões do programa nuclear devem ser tratadas apenas após a implementação da primeira fase do pacto.
Sobre o urânio enriquecido, as partes discutiram a retirada ou o destino do material. O governo dos EUA pressionou para que o urânio enriquecido fosse removido do Irã e diluído no exterior, enquanto Teerã resistia à ideia inicial. A leitura dos debates aponta para um acordo intermediário: o Irã concordaria, em linhas gerais, com a destruição de estoques dentro de seu território, com os EUA sinalizando que avanços nessa questão aconteceriam dentro da primeira etapa.
Durante as negociações, o Paquistão atuou como principal mediador, informando que o pacto poderia ser formalizado nas próximas 24 horas. A posição do mediador aumentou a expectativa de uma convergência entre Washington e Teerã, abrindo caminho para uma normalização de relações e da região.
Agora, leitura inteligente: você acredita que esse acordo é viável e capaz de trazer segurança ao Estreito de Ormuz e à região? Compartilhe seus pensamentos nos comentários abaixo e relembre quais pontos você considera mais relevantes para a estabilidade regional.
