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Irã estreia na Copa do Mundo de 2026 em Los Angeles com protestos e memoriais às vítimas
A estreia do Irã na Copa do Mundo de 2026, em Los Angeles, foi marcada por cobranças políticas, tributos às vítimas de um ataque recente e movimentos de apoio à mudança no regime, mesmo diante das regras da FIFA para manifestações públicas.
Durante o duelo de abertura contra a Nova Zelândia, torcedores iranianos do lado de fora do estádio mostraram mensagens em memória das 168 vidas perdidas em Minab, no sul do país. No campo, o jogo transcorria sob a proibição oficial de exibir símbolos políticos, mas bandeiras com o leão e o sol ainda apareceram entre a torcida.
Antes da bola rolar, a delegação iraniana levou adiante uma homenagem ao ataque: jogadores chegaram a usar broches dourados com o número “168”. A delegação ficará sediada no México durante a Copa, tendo apenas entrada autorizada nos Estados Unidos para os jogos.
No entorno do SoFi Stadium, a pressão política não ficou restrita aos arredores: manifestantes iranianos continuaram a cobrar mudanças no regime, levando símbolos históricos no país. Apesar de uma audiência que manteve a proibição de bandeiras e símbolos, torcedores exibiam itens que remontavam ao período pré-revolucionário, acentuando o debate dentro e fora das arquibancadas.
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Palavras-chave: Irã, Copa do Mundo 2026, Los Angeles, Minab, 168, protestos, bandeiras Lion-and-Sun.
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