Resumo: Del Feliz, antes do show no Pelourinho, fala sobre sua trajetória e o papel de defender o forró como expressão cultural. Como padrinho da campanha que reconhece o forró como Patrimônio Cultural do Brasil e embaixador da cultura nordestina no Japão, ele revela que a missão é grande, mas o orgulho de manter o ritmo vivo é ainda maior.

“Eu não me sinto capaz de ser um protetor, não sei se seria essa palavra, mas me honra muito ser um dos Defensores dessa riqueza que é o forró, enquanto uma manifestação cultural, enquanto um aglomerado de ritmos tão forte e marcante em todo canto do mundo. É uma responsabilidade bacana”, afirmou.
Del Feliz contou um pouco de sua trajetória, que o levou de uma infância humilde em Belo Horizonte a reconhecimento internacional. “Eu saí do Barreiro, catando lata, vendendo geladinho, cheguei à UNESCO em 2024, justamente pelo meu trabalho dedicado a essa cultura”, disse, destacando a união entre talento, perseverança e orgulho regional.

O cantor ressaltou o processo de expansão global do forró e defendeu que a cultura, quando vira identidade, precisa ser protegida. “A cultura não é estática, ela vai se moldando, se reorganizando, mas é importante pensar que quando ela vira identidade, ela precisa ser protegida”, afirmou. Hoje, ele acompanha com entusiasmo o apoio ao reconhecimento do forró como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.
A história de Del Feliz mostra que o forró deixa de ser apenas música para se tornar símbolo de resistência, identidade e inclusão. Com passos firmes, o cantor segue levando essa riqueza nordestina a palcos ao redor do mundo, defendendo que a preservação é parte essencial da própria evolução cultural.
E você, qual importância do forró no seu dia a dia? Compartilhe suas experiências e opinões nos comentários: como a cultura pode conquistar espaço global sem perder a sua essência?
