Atividades serão suspensas no DF pela categoria até que “uma proposta de convenção coletiva” seja assinada
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Vigilantes do Distrito Federal entram em greve nesta terça-feira, com as atividades suspensas a partir das 19h até que seja assinada uma convenção coletiva. A mobilização cresce após meses sem avanço nas negociações e representa uma pressão direta por melhores condições de trabalho e valorização profissional.
A cobrança central é salarial. Segundo o Sindicato dos Vigilantes, a proposta apresentada pela patronal continua aquém do esperado: reajuste salarial de apenas 3,9%, sem pagamento retroativo, condição que a categoria rejeita de forma veemente e sem sinal de recuo.
O deputado Chico Vigilante (PT) informou que, se uma empresa quiser negociar de forma separada, o sindicato está autorizado a fechar acordos locais. O movimento já havia sido sinalizado ao Governo do Distrito Federal (GDF) e a empresas privadas, com a circulação de um ofício encaminhado à governadora Celina Leão (PP) para tratar do tema da paralisação geral.
“Quando os vigilantes param as atividades, tudo para de funcionar, principalmente o setor de saúde, pois nenhum médico quer trabalhar sem segurança”, ressaltou o deputado. Apesar da mobilização, a categoria continua aberta ao acordo, desde que haja propostas que reconheçam de fato a valorização dos vigilantes do DF.
A greve evidencia a cobrança por condições dignas de trabalho e uma negociação que vá além de propostas já apresentadas. O impasse permanece enquanto não surge uma alternativa que atenda às demandas por reajuste digno, benefícios e garantia de segurança no exercício das funções.
Como você vê essa mobilização? Compartilhe sua opinião nos comentários: qual caminho você acredita ser o mais justo para resolver a disputa e garantir serviço de vigilância estável no DF?
