Estudante da rede estadual conquista terceira medalha de ouro em olimpíada nacional de Matemática

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Resumo: A Bahia brilhou na OBMEP com Nykolas Nascimento Jesus, 17 anos, estudante da rede estadual, ao conquistar ouro nacional pela terceira vez. A cerimônia, no Rio de Janeiro, teve a presença do presidente Lula e do ministro da Educação, destacando a trajetória do jovem autista que treina matemática com apoio da UFBA e do IFBA.

Nykolas é natural de São Francisco do Conde e estuda no Colégio Estadual do Campo de Tempo Integral Anna Junqueira Ayres Tourinho, em Mataripe. Autista, ele já conquistou medalhas desde a primeira participação, em 2021, mantendo uma trajetória de ouro nacional em 2021 e 2025, prata em 2022 e 2024, além de obter ouro regional em várias edições. Em 2025, foi laureado com ouro nacional e ouro regional, cuja cerimônia está marcada para 15 de julho, em Alagoinhas.

Participar da cerimônia nacional foi um marco na vida de Nykolas, que teve a honra de estar entre medalhistas de todo o país e de acompanhar a cerimônia ao lado de figuras importantes, como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Educação, Leonardo Barchini. Disse sentir a vitória como uma confirmação do seu esforço diário.

Dedicação aos estudos

O caminho de Nykolas combina disciplina com oportunidades de formação prática. Ele participa dos Polos Olímmpicos de Treinamento Intensivo (POTI), promovidos pela UFBA em parceria com o IFBA, e resolve provas de edições anteriores. O jovem também troca experiências pelo Programa de Extensão Olímptica, fortalecendo a cada desafio a sua base matemática.

Na escola, professores incentivaram a participação em olimpíadas e eventos científicos por meio do Projeto Mais Ciência, que inclui a OBA, a FECIBA e a FENIC. Essas ações formaram o berço da constância de Nykolas, que já soma três medalhas de ouro no OBMEP e duas de prata.

Futuro

Com um histórico de três ouros e duas pratas na OBMEP, Nykolas iniciou a fase inicial da edição 2026 e já planeja os próximos passos. Como é seu último ano do Ensino Médio, ele não poderá participar da OBMEP a partir de 2027, mas pretende seguir competindo em outras olimpíadas de Matemática, como a OMU e a OBM.

Gostou de conhecer a história de Nykolas? Deixe nos comentários suas opiniões sobre o papel da educação pública e das olimpíadas na formação de talentos jovens. O que você acha que falta para apoiar mais estudantes como ele?

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