Ex-príncipe Andrew sublocava imóveis em residência real, diz órgão britânico

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Resumo: o ex-príncipe Andrew, irmão do rei Charles III, sublocou várias casas da Royal Lodge, em Windsor, recebendo as rendas sem pagar aluguel. Segundo o Escritório Nacional de Auditoria, ele pagou 1 milhão de libras para ocupar a residência e se comprometeu a investir 7,5 milhões em renovações, em troca de um arrendamento de 75 anos com aluguel simbólico — que, na prática, era zero. Três casas de campo foram sublocadas, com as receitas indo para Andrew, que não pagava aluguel por uma mansão de 30 cômodos. As propriedades estão desocupadas desde abril. Meta descrição: revelação sobre uso de residências reais em Windsor gera controvérsia e abre caminho para novas investigações.

Conforme o relatório, as casas de campo da Royal Lodge foram sublocadas e as receitas dessas sublocações iam parar em Andrew Mountbatten-Windsor, enquanto ele ocupava a mansão sem pagamento de aluguel. O relatório também aponta que não se sabe qual seria o aluguel cobrado pelas propriedades sublocadas, ampliando as dúvidas sobre a transparência do uso das residências reais. Os imóveis sublocados ficaram desocupados desde abril, alimentando críticas sobre a gestão dessas propriedades.

O contexto político envolve a Comissão de Contas Públicas, que pretende abrir uma investigação sobre as propriedades reais ainda neste ano, em meio a chamadas por maior transparência. Paralelamente, a polícia investiga Andrew por suspeitas de descumprimento no exercício de função pública, ligados à possível passagem de documentos econômicos confidenciais a Jeffrey Epstein quando ele atuava como enviado comercial do Reino Unido entre 2001 e 2011. Andrew foi detido brevemente em fevereiro e teve buscas em Royal Lodge.

Segundo o relatório, após a detenção, o ex-príncipe mudou-se para a propriedade privada do rei, em Sandringham. A investigação também revela que as filhas do ex-príncipe, Beatrice e Eugenie, não atuam formalmente como membros da família real, mas possuem apartamentos em palácios reais de Londres com aluguel pago com recursos do rei. Já o herdeiro, William, paga mais de 300 mil libras por ano para ocupar o Forest Lodge, em Windsor, onde vive com a Kate Middleton e os três filhos do casal.

A situação levanta questões sobre como as residências reais são administradas e quem arca com os custos, especialmente em tempos de escrutínio público. Compartilhe sua opinião: você acredita que há necessidade de mudanças estruturais na gestão dessas propriedades ou prefere que tudo permaneça sob o manto da tradição? Comente abaixo suas ideias e expectativas sobre o tema.

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