Na Venezuela, os terremotos de magnitude 7,2 e 7,5 devastaram cidades, especialmente em La Guaira e áreas próximas a Caracas. O balanço oficial aponta 1.450 mortos, 3.150 feridos e milhares de desabrigados. Entre as histórias que emergem, destaca-se o testemunho de uma mulher resgatada dos escombros, que relata fé, gratidão e a chegada de uma nova chance de viver.
Em entrevista gravada no leito do hospital, a sobrevivente contou que manteve a esperança durante todo o período em que ficou soterrada, mantendo a fé e rezando. Ela também revelou ter batido com um objeto de metal para atrair a atenção dos socorristas, na expectativa de ser ouvida.
Socorristas salvadorenhos foram os que a localizaram entre as paredes de concreto, ficando ao seu lado por cerca de dez horas e repetindo o pedido por seu nome para confirmar que ainda estava viva.
Ao sair, a mulher descreveu o momento comovente: saiu de costas, arrastando-se por um espaço estreito, como um recém-nascido. E o ápice emocional veio quando ouviu os homens de resgate perguntarem se ainda havia alguém sob os escombros: “Literalmente vi a luz” e chorou pela primeira vez ao deixar o abrigo improvisado.
Além da história de fé e resiliência, a tragédia envolve equipes internacionais de resgate, incluindo unidades de El Salvador, Estados Unidos, Brasil e França. O número de mortos subiu para 1.450, com 3.150 feridos; milhares permanecem desaparecidos ou desalojados. A imprensa venezuelana informou ainda que 33 pessoas foram resgatadas com vida entre os escombros.
Histórias como essa evidenciam a união entre fé, coragem e solidariedade em meio a uma catástrofe. E você, o que pensa sobre as operações de resgate e a ajuda internacional em situações tão críticas? Compartilhe sua opinião nos comentários abaixo.
