A PF deflagrou a terceira fase da Operação Rent a Car, batizada de Galho Fraco II, para aprofundar investigações de peculato, lavagem de dinheiro, fraude processual e organização criminosa. Meta descrição: PF mira esquema envolvendo recursos públicos, com ações autorizadas pelo STF no Distrito Federal, em Goiás e em Minas Gerais para coleta e preservação de provas.
A investigação aponta a possível participação de agentes públicos, privados e pessoas jurídicas, que teriam usado a aparência de legitimidade para movimentar recursos públicos. Em nota, a PF informou que as medidas judiciais estão em curso para ampliar a coleta de evidências.
“Há também indícios de possíveis tentativas de ocultação ou alteração de provas, o que pode caracterizar fraude processual”
Nas fases anteriores, a PF identificou irregularidades na contratação de empresa de locação de veículos com recursos da Ceap (Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar), usados para a atividade parlamentar.
“A atual fase aprofunda as apurações sobre a movimentação e a destinação desses recursos”,
concluiu a corporação.
Ainda segundo a PF, as investigações indicam um possível esquema envolvendo agentes públicos, privados e pessoas jurídicas, que teriam sido usados para dar aparente legalidade à movimentação de recursos públicos, com a finalidade de ocultar irregularidades.
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O avanço das diligências pode repercutir no monitoramento de como recursos públicos são movimentados e destinados, ampliando o escrutínio sobre contratos e parcerias envolvidas. O caso segue em apuração, com novas informações a serem divulgadas pelas autoridades.
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