Brasil e Noruega duelam pelas oitavas da Copa do Mundo de 2026 em Nova Jersey, neste domingo, às 17h. O Brasil busca confirmar a classificação com foco total, enquanto a Noruega chega confiante após eliminar a Costa do Marfim e mirar mais uma vitória histórica diante de um rival sul-americano.
A Noruega garantiu o passaporte ao vencer a Costa do Marfim por 2 a 1, em Dallas. Nusa abriu o placar, Diallo empatou, e Haaland decidiu aos 41 minutos do segundo tempo, anotando o quinto gol no torneio e assegurando a primeira vitória do país em uma fase de mata-mata de uma Copa do Mundo.
No histórico frente ao Brasil, a Noruega ainda não colecionou derrotas: são duas vitórias e dois empates em 4 jogos, com o triunfo mais memorável ocorrendo em 1998, quando venceu por 2 a 1 na fase de grupos.
Mesmo com uma população menor, por volta de 5,6 milhões, a Noruega impressiona pelas paisagens — montanhas, fiordes e áreas pouco habitadas — com Oslo como principal polo político e econômico.
A estrutura do país é uma monarquia constitucional, com o rei Harald V como chefe de Estado e o parlamento, o Stortinget, como órgão decisivo. A Noruega não integra a União Europeia, embora participe do Espaço Econômico Europeu e da OTAN.
O idioma oficial é o norueguês, que apresenta duas formas oficiais de escrita, Bokmål e Nynorsk, ambas com o mesmo status no país.
Entre os símbolos mais marcantes estão os fiordes, como Geirangerfjord e Nærøyfjord, reconhecidos pela UNESCO, além da aurora boreal, que colore o norte do país entre setembro e março.
No futebol, Haaland e Ødegaard comandam a seleção. O atacante do Manchester City admite que as probabilidades contra o Brasil são “pequenas”, mas a campanha já consolida um momento histórico para a Noruega na Copa do Mundo.
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