A Corregedoria-Geral do Tribunal de Justiça da Bahia instaurou uma sindicância para apurar supostas irregularidades no uso de carros oficiais da frota da Corte. A investigação, liderada no caso pela denúncia de desvio de função, aponta que um colaborador terceirizado estaria dirigindo um veículo da instituição. O procedimento também investiga a ausência de uma norma interna formalizada que regulamente a autorização de condução fora das dependências do TJ-BA e o insuficiente controle sobre as atividades dos trabalhadores terceirizados lotados na Coordenação de Transportes.
Segundo a denúncia, o possível desvio envolve a condução de um veículo da frota, enquanto não há uma norma clara que discipline esses deslocamentos e a fiscalização sobre as ações dos terceirizados. A apuração também aponta lacunas de controle sobre as atividades desempenhadas pelos colaboradores vinculados à Coordenação de Transportes, suscitando preocupações sobre a gestão de recursos da Justiça baiana.
A sindicância está sendo conduzida pela Juíza Auxiliar Luciana Carinhanha Setúbal, que recebeu o prazo de 45 (quarenta e cinco) dias para apresentar o relatório conclusivo.
Acompanhe os desdobramentos deste caso e compartilhe sua leitura sobre a transparência na gestão da frota pública. Sua opinião enriquece o debate sobre o funcionamento interno do Judiciário e o uso responsável de recursos públicos na Bahia.
