Resumo: México, anfitrião da Copa de 2026, chega às oitavas com 100% de aproveitamento, vencendo África do Sul, República Tcheca e Coreia do Sul na fase de grupos e eliminando o Equador no mata-mata. O desempenho tem gerado uma curiosa corrente de demissões entre equipes adversárias após cruzarem o caminho do El Tri, destacando a pressão que envolve a competição.
No grupo, o México confirmou o ritmo vitorioso sob o comando de Javier Aguirre, somando vitórias diante de África do Sul, República Tcheca e Coreia do Sul. Das quatro seleções que enfrentou até aqui, três viram seus treinadores deixarem o cargo após as derrotas para o time mexicano: Hong Myung-bo, da Coreia do Sul, saiu em meio à pressão; Miroslav Koubek, da República Tcheca, anunciou a saída; e Sebastián Beccacece, do Equador, encerrou o trabalho após a eliminação nas oitavas. Entre os quatro oponente, apenas a África do Sul manteve o técnico.
A terceira baixa veio no mata-mata. Eliminado pelo México por 2 a 0 nas oitavas, o Equador viu Beccacece deixar o cargo ao fim da partida. A sequência de mudanças alimenta a narrativa de que adversários reagem rapidamente quando cruzam com o El Tri neste Mundial.
A próxima parada é diante da Inglaterra nas oitavas de final. Se o “carrasco” persistir, o técnico Thomas Tuchel pode entrar para a lista de nomes que perderam o posto ao cruzarem o caminho do México nesta Copa.
O duelo contra a Inglaterra acontece neste domingo (5/7), às 21h (horário de Brasília), no Estádio Azteca, palco onde o México nunca perdeu um jogo de Mundial.

