Defesa de Jair Bolsonaro pediu ao STF a continuidade da prisão domiciliar, afirmando que a apreensão de uma arma com um dos seguranças não configura falta disciplinar grave. A Polícia Civil do Distrito Federal destacou que o armamento estava registrado e não indiciou o ex-presidente; a defesa ainda ressalta a excepcionalidade da situação e que Bolsonaro não pretende reaver o armamento, além de mencionar que ele segue em recuperação de pneumonia bacteriana após cirurgia.
Na defesa, os advogados afirmam que os elementos apresentados reforçam a inexistência de falta grave, atestam a regularidade do registro da arma e destacam a completa excepcionalidade da situação. Eles lembram ainda que o estado de saúde de Bolsonaro, que se recupera de pneumonia bacteriana após cirurgia, deve ser levado em conta na avaliação do pedido.
Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão no processo que apurou a tentativa de golpe de Estado. Posteriormente, foi autorizada a o cumprimento de prisão domiciliar por 90 dias em razão do quadro clínico. Agora, caberá ao ministro Alexandre de Moraes decidir se o benefício será mantido ou se o ex-presidente retornará ao regime prisional.
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