O educador baiano Alceu Lisboa, fundador do Colégio Nobel e referência na educação de Salvador, morreu neste sábado, 11. Com mais de 30 anos como professor de Física, ele moldou gerações de estudantes, influenciando práticas de ensino e gestão escolar na Bahia. Seu trabalho permanece como referência para quem busca formação sólida e liderança pedagógica.
Além de estabelecer o Colégio Nobel, ele esteve à frente da ESAMC Salvador como diretor-geral, contribuindo para a formação de jovens no ensino superior. Na esfera pública, atuou como assessor na gestão do ex-prefeito Mario Kertész, partilhando experiência e visão estratégica para políticas educacionais municipais.
Formado na área de Exatas, Alceu expandiu sua atuação para as artes plásticas no fim dos anos 2000. Guiado pela geometria e pelos conceitos da Física, desenvolveu obras de estilo construtivista, que ganharam espaço em exposições e no cenário artístico nacional.
Essa combinação de ensino técnico, gestão escolar e produção artística evidencia um perfil completo de educador que incentivava a curiosidade, a crítica e a visão integrada entre ciência, arte e cidadania. O legado dele fica nas escolas que ajudou a transformar e nas práticas que permanecem no cotidiano de professores e gestores.
Quem teve a chance de conviver com Alceu Lisboa pode compartilhar lembranças ou aprendizados nos comentários, ajudando a manter viva a memória de quem dedicou a vida à educação. Sua trajetória inspira novas gerações a unir conhecimento, criação e liderança.
