Às vésperas das convenções partidárias, PT e PL aceleram entendimentos estaduais, buscando consolidar palanque para a corrida de 2026. O período vai de 20 de julho a 5 de agosto, com prazo de registro até 15 de agosto. O destaque fica para Minas Gerais, que continua sem definição, enquanto Goiás e Tocantins já mostram avanços significativos para as candidaturas locais.
No âmbito nacional, Lula avança em cenários-chave. Em Tocantins, o PT confirmou apoio a Laurez Moreira (PSD). Em Goiás, a tendência é apoiar Adriana Accorsi para o governo, mantendo Minas Gerais como o único estado sem palanque definido até o momento.
Do lado de Flávio Bolsonaro, o cenário é marcado por indefinições em vários estados. Além de Minas, o senador enfrenta entraves em Amapá, Pernambuco, Alagoas e Maranhão. Em Espírito Santo, o acordo entre PL e Republicanos tende a apoiar Lorenzo Pazolini para o governo local. Já no Ceará, a crise entre Michelle Bolsonaro e Flávio alimenta dúvidas sobre o apoio da legenda a Ciro Gomes (PSDB).
No coração da disputa, Minas Gerais ganha contornos dramáticos. O PT chegou a sondar Rodrigo Pacheco (PSB) para o governo, mas ele recusou o convite. A alternativa que ganhou força envolve Mari?lia Campos, ex-prefeita de Contagem, embora a movimentação tenha gerado resistência interna. Entre os nomes cotados estão Rogério Correia e Reginaldo Lopes, com a legenda dividida entre lançar candidatura própria ou fechar apoio a um aliado. Enquanto isso, Flávio Bolsonaro continua sem definição clara no estado, ampliando a pressão sobre o cronograma eleitoral.



As indefinições de Flávio em Minas se agrupam a outros four estados: Amapá, Pernambuco, Alagoas e Maranhão. Em Pernambuco e Alagoas, há quem acredite que o PL poderá manter os acordos sem uma aliança formal. No Espírito Santo, Pazolini surge como provável nome apoiado pelo PL em consenso com o Republicanos. No Ceará, a influência de Michelle Bolsonaro persistiu, enquanto o PL mantém preferência por Ciro Gomes (PSDB), ainda que isso provoque tensões internas no partido.
Resumo da atualidade mineira: o PT estuda abrir caminho com Mari?lia Campos após recusa de Pacheco, mas a decisão depende de alinhamento interno. Rogério Correia e Reginaldo Lopes aparecem como nomes prováveis para compor o palanque próprio, enquanto o partido avalia se apoia ou não uma candidatura aliada. A pressão sobre Minas mantem-se alta, pois o estado figura como o segundo maior colégio eleitoral do país e pode definir o tom da disputa.
E você, o que acha das movimentações em torno das candidaturas? Qual palanque você acha que melhor representa os interesses do seu estado e quais alianças deveriam se consolidar para as eleições de outubro? Compartilhe sua visão nos comentários.
