Segundo informações obtidas pela Assessoria da União Brasil (AP), parceira do PrimeiroJornal, a União Brasil oficializou, nesta sexta-feira (24/7), a candidatura do Clécio Luís ao governo do Amapá, em busca da reeleição. A convenção ocorreu em Macapá, cidade que Clécio já comandou como prefeito por dois mandatos. A chapa para o governo terá Teles Júnior (PDT) como vice, enquanto o atual governador busca manter o comando estadual.
A coalizão que sustenta a candidatura do governo também definiu os nomes para o Senado: Randolfe Rodrigues (PT) e Alliny Serrão (União Brasil) comporão as candidaturas ao Palácio do Planalto. No total, a aliança reúne nove partidos, entre eles União Brasil, PP, PT, PCdoB, PV, Rede, PSOL, PDT e Republicanos.
Paralelamente, o PSD lançou, no início desta semana, a pré-candidatura de Furlan ao governo do estado. A deputada estadual Luciana Gurgel (PL) deverá atuar como vice, enquanto a chapa ao Senado fica com Rayssa Furlan (Podemos) e o senador Lucas Barreto (PSD).
Antes mesmo de formalizar o registro na Justiça Eleitoral, Furlan já enfrentava acusações. O Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP) rejeitou, no dia 22/7, uma AIJE por abuso de poder econômico nas eleições municipais de 2024. Os desembargadores entenderam que cabe multa a Furlan e seu vice, mas não a inelegibilidade. O Ministério Público Eleitoral (MPE) havia pedido que o registro ao governo só fosse aceito após a conclusão da ação, conforme cobertura do Metrópoles.
As informações indicam que as eleições no Amapá devem apresentar um cenário bem acirrado, com alianças estratégicas moldando o cenário político estadual e influenciando o debate nacional? sobre os interesses das legendas e seus candidatos ao governo e ao Senado, conforme as defesas apresentadas pelas informações das assessorias e decisões judiciais até o momento.
