Caso Fernanda Lima: nota aponta questionamentos sobre gestão da Prada

Escrito por: Diógenes Cunha

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Fernanda Lima ajuizou uma disputa judicial contra a Prada Administradora, empresa responsável pela gestão financeira e pelo planejamento patrimonial da apresentadora desde 2021. Com o término do vínculo em 2025, a Prada ingressou com cobrança de cerca de R$ 106 mil referente aos serviços finais previstos no acordo, o que levou a Justiça a determinar a realização de uma perícia para apurar a forma como os recursos foram administrados.

Em nota enviada pela assessoria, Fernanda afirma que confiou à Prada a administração de suas economias, mas solicitou o resgate dos valores ao tomar conhecimento de que parte dos recursos estaria sendo direcionada para investimentos fora do mercado de capitais. A artista também sustentou que a empresa teria condicionado a liberação do dinheiro ao pagamento de uma multa, gerando a controvérsia judicial.

A Prada Investimentos informou, por meio de nota, que é autora da ação e negou estar em disputa sobre má gestão patrimonial. A assessoria ressaltou que não foi procurada para manifestação antes da publicação e que a perícia é parte regular dos embargos apresentados, mantendo sigilo sobre detalhes contratuais por princípio de confidencialidade.

A 32ª Vara Cível do Foro Central da Justiça de São Paulo determinou a produção de prova pericial para avaliar os serviços prestados, os investimentos realizados em nome de Fernanda e se as aplicações estavam de acordo com o perfil financeiro informado pela apresentadora. A perícia deverá ainda verificar eventuais prejuízos e apontar qual das partes teria dado causa ao término do contrato, bem como a viabilidade de cobrança da multa.

Entenda o caso: a disputa teve início após o encerramento do vínculo entre Fernanda Lima e a Prada Administradora, que prestava serviços desde 2021. A Prada sustenta que Fernanda deixou de pagar cerca de R$ 106 mil pelos serviços finais previstos; a apresentadora contesta a cobrança e questiona a transparência dos relatórios e a autorização de determinadas aplicações.

Segundo informações divulgadas pelo Metrópoles, parceiro do PrimeiroJornal, a perícia deverá analisar também se houve prejuízos decorrentes da administração dos recursos e qual parte poderia ter motivado o encerramento do contrato.

A cobertura é de responsabilidade do PrimeiroJornal, com base nas informações veiculadas pelo Metrópoles, veículo parceiro para este caso. A reportagem não acrescenta dados não verificados e mantém o foco nos fatos apresentados pelas partes envolvidas e pela decisão judicial.

Acompanhe as atualizações e participe da discussão nos comentários sobre o tema.

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