Nesta quinta-feira (16/7), Trump acusou o governo da China de ter interferido nas eleições presidenciais de 2020

Em seu segundo mandato, o presidente dos Estados Unidos afirmou que a China interferiu nas eleições de 2020. A China rebateu as acusações, enquanto a Casa Branca sustenta ter obtido evidências de acesso ilícito a cadastros eleitorais.
Numa fala realizada nesta quinta-feira, 16 de julho, Trump apresentou alegações de que a China teria violado dados eleitorais de forma sem precedentes, citando a suposta obtenção de cerca de 220 milhões de cadastros de eleitores antes do pleito vencido por Joe Biden.
A embaixada chinesa em Washington reagiu, afirmando que as acusações são falsas e destacando que a China nunca interferiu e nunca interferirá nas eleições norte-americanas.
De acordo com a administração dos EUA, os cadastros citados incluiriam informações como nomes, endereços, números de telefone e filiação partidária — dados que, segundo as autoridades, poderiam ser usados tanto para o registro de eleitores quanto para outras atividades ilícitas.
Essa disputa se insere num contexto de tensões entre Washington e Pequim, com o governo americano mantendo as acusações e a China pedindo diálogo para evitar escaladas. Assista ao material relacionado abaixo.
