Família acusa troca de corpo de idosa em hospital na Bahia

Escrito por: Diógenes Cunha

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Uma idosa de 79 anos morreu após ficar cerca de 45 dias internada no Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), em Feira de Santana, e houve alegação de troca de corpos durante o processo de liberação. O caso ganhou força após a família afirmar que o corpo foi entregue a outra família e levado para Aracaju, em Sergipe, para sepultamento.

A neta da vítima, Amanda Vitória, informou ao Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, que Dalía Ventim Costa faleceu por volta das 23h30 de domingo (12), após permanecer internada por aproximadamente 45 dias devido a um infarto. Conforme o relato, a família foi orientada a apresentar a documentação da paciente, mas soube que a liberação do corpo seria apenas a partir das 5h, fora da madrugada. O filho da idosa retornou ao hospital às guias indicadas, mas não conseguiu realizar o reconhecimento do corpo, e, ao buscar esclarecimentos, foi informado de uma troca de corpos.

Segundo a família, outra unidade reconheceu, por engano, o corpo da idosa como pertencente a uma parente e o encaminhou para Aracaju, capital de Sergipe. Com isso, o velório, previsto para começar às 8h de segunda-feira (13), e o sepultamento, às 15h, precisaram ser adiados enquanto o corpo não retornava à Feira de Santana para os devidos rituais.

Em nota, o HGCA lamentou o ocorrido e disse que reconhece a gravidade da situação, adotando as medidas cabíveis para reduzir os impactos. O hospital informou que o corpo foi trazido de volta a Feira de Santana para que a família realize o velório e o sepultamento com dignidade. Também foi instaurada uma sindicância para apurar as circunstâncias, identificar falhas no processo e evitar que episódios semelhantes voltem a ocorrer. A direção do hospital mantém contato com as famílias envolvidas, oferecendo acolhimento e acompanhando as providências necessárias para que os sepultamentos sejam realizados com o menor atraso possível.

Segundo a reportagem, o caso continua em apuração, com a instituição destacando o compromisso de cumprir com o respeito às vontades das famílias e com a devida transparência durante o processo de liberação de corpos. O Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, acompanha os desdobramentos e também reforça a importância de conferência rigorosa de dados para evitar novos equívocos.

E você, qual a sua lembrança ou sugestão sobre como melhorar o cuidado e a conferência de dados em momentos tão sensíveis como esse? Compartilhe sua opinião nos comentários para que possamos debater caminhos que fortaleçam a ética e a eficiência desses procedimentos.

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