No Brasil, a avaliação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva mostrou mudanças rápidas após o anúncio de tarifa de 25% imposto pelo governo dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. Entre 18 e 20 de julho de 2026, a desaprovação do presidente caiu de 50% para 47%, enquanto a aprovação do seu desempenho pessoal subiu de 42% para 46%, reduzindo a diferença entre desaprovação e aprovação para apenas 1%.
Conforme dados de 15 de julho, a desaprovação de Lula estava em 50% e a aprovação de seu desempenho em 42% (com 44% em maio). Uma semana após o anúncio, a desaprovação recuou em três pontos e a aprovação subiu em quatro, mantendo a diferença entre desaprovação e aprovação em apenas 1%.
Em relação à avaliação do governo, as mudanças não foram tão expressivas: a desaprovação caiu de 52% para 51% e a aprovação subiu de 42% para 43%. A diferença entre desaprovação e aprovação do governo caiu de 10 para 8 pontos percentuais.
A pesquisa foi realizada pelo PoderData com recursos próprios, entre 18 e 20 de julho de 2026, com 2.500 entrevistas em 147 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. Não se trata de uma pesquisa de intenção de voto e, por essa razão, não há necessidade de registro na Justiça Eleitoral.
Observação editorial: segundo informações da PoderData, a coleta ocorreu com recursos próprios, envolvendo 2.500 entrevistas em 147 municípios, entre 18 e 20 de julho de 2026. A margem de erro é de 2 pontos percentuais e o intervalo de confiança é de 95%. Não se trata de uma sondagem de intenção de voto, portanto não requer registro eleitoral.
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