Operação mira grupo de contadores que sacou R$ 1 milhão em banco no DF

Publicado:

compartilhe esse conteúdo


Polícia Civil do Distrito Federal deflagrou a terceira fase da Operação Shadow Shark, desdobramento de investigações que apuram um esquema milionário de lavagem de dinheiro e uma associação criminosa. O novo estágio está ligado às apurações que, em maio, resultaram na prisão do contador Cleônides de Sousa Gomes, flagrado sacando R$ 1 milhão em espécie em uma agência da Asa Sul, em Brasília.

Operação mira grupo de contador que sacou R$ 1 milhão em banco no DF
Reprodução / PCDF
Apreensão durante a operação
Reprodução / PCDF
Contador preso pela PCDF com R$ 1milhão em espécie
Material cedido ao Metrópoles

Nesta etapa, a DCV (Divisão de Análise de Crimes Virtuais) deflagrou a ação com cumprimento de dois mandados de busca e apreensão em Águas Claras e Itapoã, no Distrito Federal. Durante as diligências, foram apreendidos celulares, computadores, mídias digitais e documentos, além de outros materiais que serão submetidos à análise técnica e à perícia para embasar as investigações.

A investigação aponta a existência de uma estrutura criminosa organizada destinada a ocultar a origem de recursos ilícitos. Segundo apurações, empresas chegaram a emitir notas fiscais eletrônicas, boletos bancários e outros documentos empresariais com o objetivo de conferir aparência de legalidade às transações financeiras, com divisão de funções entre os integrantes do grupo.

As diligências visam esclarecer a origem dos valores movimentados, rastrear o fluxo financeiro e individualizar a participação de cada um dos envolvidos, bem como localizar outros possíveis integrantes e beneficiários do esquema.

Sobre a prisão de Cleônides, ele relatou em depoimento ter disponibilizado sua estrutura bancária e empresarial para terceiros movimentarem recursos, recebendo pagamento pelas operações. A defesa do contador ainda não foi localizada pela reportagem, e o espaço permanece aberto para manifestação.

Segundo informações divulgadas pelo Metrópoles, parceiro do PrimeiroJornal, e pela Polícia Civil do DF (PCDF), as investigações caminham para identificar a origem dos recursos e o trajeto do dinheiro dentro do esquema, com o objetivo de apontar participação de cada integrante e possíveis beneficiários.

PALAVRAS-CHAVE: Shadow Shark, lavagem de dinheiro, Polícia Civil, DCV, Águas Claras, Itapoã, Distrito Federal, Cleônides Gomes

META DESCRIÇÃO: Operação Shadow Shark avança com nova fase em DF, cumprindo mandados de busca e apreensão e ampliando investigação sobre esquema de lavagem de dinheiro.

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

ARTIGOS RELACIONADOS

Amorim denuncia ataques por pré-campanha e afirma ter sido apedrejada

Vivian Amorim, ex-participante do Big Brother Brasil 17, anunciou uma pré-candidatura à deputada estadual pelo Amazonas e relatou ter sido alvo de ataques...

Lula e Flávio avaliam ir a debates para evitar desgaste

Resumo — Em meio ao...

Vereadora cotada para vice de Flávio Bolsonaro nega ter sido procurada

Priscila Costa, vereadora de Fortaleza e candidata à reeleição para a Câmara dos Deputados pelo PL do...