Ricardo Spencer, cineasta baiano, foi encontrado morto em um apartamento alugado em São Paulo nesta segunda-feira (20/7). A notícia gerou uma comoção na cena artística, com tributos de colegas e a leitura de uma nota de pesar pela SecultBA, que destacou a importância do diretor para a cultura do estado.
Spencer nasceu na Bahia e desenvolveu o interesse pelo cinema cedo, ainda durante visitas a videolocadoras. Formou-se em Artes e se especializou em Estética do Cinema pela University of California, Los Angeles (UCLA). Ao longo da carreira, dirigiu videoclipes de nomes como Rita Lee, Pitty, Criolo, Sandy, Emicida, Johnny Hooker, Liniker, Cachorro Grande, Vanguart e Aurora, consolidando uma visão estética marcante.
Na última década, integrou a equipe de direção da TV Globo, dirigindo séries e produções que ganharam destaque, entre elas Mister Brau, Shippados, Segunda Chamada, Todas as Mulheres do Mundo, Amor e Sorte, Cine Holliúdy e Vermelho Sangue. Também atuou na direção de Segundo Sol, novela ambientada na Bahia e protagonizada por Emílio Dantas e Giovanna Antonelli.
Ao longo das redes, colegas lembraram a parceria de trabalho de Spencer e o carinho mútuo que tinham. A cantora Pitty, que trabalhou com ele em videoclipes, fez uma homenagem emocionada, destacando a amizade e a colaboração que marcaram a trajetória do diretor. A SecultBA manifestou pesar, reconhecendo a contribuição de Spencer para a cultura baiana e enviando apoio aos familiares.





A morte de Spencer deixa um vazio na cena cultural brasileira, mas também destaca o papel daqueles que constroem conexões entre música, cinema e televisão. Seu legado fica nas obras que dirigiu, nos artistas que acompanhou e na contribuição que deixou para a produção audiovisual no Brasil.
Se você acompanhava o trabalho de Ricardo Spencer ou tem lembranças marcantes de algum projeto em que ele atuou, conte nos comentários como a memória dele impactou sua visão sobre cinema e TV. Vamos manter a conversa viva e reconhecer a importância dessa trajetória.
