Determinação foi feita pelo Tribunal Superior de Delhi. Ativista corre risco de hipocalemia devido à greve de fome

Resumo: O ativista climático indiano Sonam Wangchuk foi levado a um hospital público pela polícia de Delhi após 20 dias em greve de fome, decisão do Tribunal Superior de Delhi. Ele cobra a renúncia do ministro Dharmendra Pradhan, criticando supostas irregularidades nos exames de ingresso a medicina e odontologia.
Segundo o The Times of India, apoiadores protestaram contra a medida, enquanto o médico particular de Wangchuk, Satish Lamba, informou que ele permanece estável, mas corre risco de hipocalemia, condição associada à queda dos níveis de potássio no sangue.
O médico que acompanha Wangchuk ressaltou a estabilidade clínica, mas a preocupação com a hipocalemia persiste, destacando os riscos de saúde em uma greve de fome prolongada.
O deputado Sanjay Raut criticou a decisão, chamando?a de ditadura por ter colocado o ativista no hospital sem diálogo, apontando que estudantes de todo o país veem seus futuros em jogo.
Na quarta-feira (15/7), Wangchuk declarou, pelas redes sociais, que não está bem, porém continuará lutando. Pediu que mais pessoas se juntem à causa em vez de pedir que ele encerre o jejum.
Suspeita de fraude em exames
A mobilização também aponta para a suspeita de vazamento de provas voltadas a medicina e odontologia. A National Testing Agency cancelou o exame inicial, forçando mais de 2 milhões de estudantes a refazerem a prova sob medidas de segurança sem precedentes.
Essa disputa em torno das provas ressalta o debate sobre transparência nos processos seletivos e o impacto para jovens que aguardam oportunidades de estudo, em meio a cobranças por mudanças no sistema educacional.
E você, o que acha dessa tensão entre exigir reformas e manter a saúde e a segurança de quem está na linha de frente das mobilizações? Compartilhe sua opinião nos comentários abaixo.
