Posseiro que vendeu mansão a Richarlison é condenado por estelionato

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Resumo rápido: Richarlison comprou uma casa na Ilha Comprida, Angra dos Reis, de um empresário próximo a Flávio Bolsonaro que não tinha posse legal do imóvel. Este ano, o vendedor, conhecido como Marquinhos, foi condenado por estelionato em Belo Horizonte, após uma fraude envolvendo veículos e bens não quitados.

O contexto da negociação envolve a Sports 70, sociedade entre Richarlison e o ex-agente Renato Velasco, que comprou a posse do imóvel de Marquinhos, empreendedor próximo ao ex-deputado Alencar da Silveira. O registro apontava a posse sob uma empresa de aluguel, M Locadora de Veículos, de Santos, hoje inativa, o que gerou disputa sobre a titularidade do terreno pertencente à União. A regularização foi discutida ainda na gestão de Jair Bolsonaro, com a atuação do advogado Willer Tomaz para fechar a transferência.

O imóvel fica em uma área isolada da Ilha Comprida e, segundo as reportagens, apresenta uma cachoeira que deságua no mar. O valor estimado da casa é de cerca de R$ 10 milhões. Richarlison, após a aquisição, realizou reformas no local, enquanto as questões de posse tramitavam na justiça.

Em abril, Marquinhos foi condenado por estelionato em Belo Horizonte. O processo aponta que ele manipulava negociações de veículos, emitindo cheques pré-datados e, após ganhar a confiança da vítima, transferia bens antes de quitar a dívida. Quando os cheques foram sustados, a vítima ficou com parte dos itens — incluindo lanchas, barcos, UTVs, uma Silverado, uma Ducati e uma Strada. Para quitar a dívida de aproximadamente R$ 500 mil, ele ofertou uma casa de R$ 3 milhões, exigindo a devolução do troco.

Além disso, Marquinhos é citado em outros casos. Em Belo Horizonte, um casal afirma ter vendido um apartamento em 2010, mas a transferência nunca ocorreu; a matrícula registrou a transferência para outra mulher, alegadamente falsificada, sugerindo repetidas fraudes em negócios distintos.

A história envolve futebol, política e crimes financeiros, exibindo as complexidades de documentos, posse e regularização em áreas de alto interesse público. O desdobramento dessas acusações continua a ganhar espaço na cobertura da mídia, com impactos sobre as relações entre atletas, empresários e figuras públicas.

E você, qual a sua leitura sobre esse tipo de negociação envolvendo atletas e empresários ligados a figuras políticas? Compartilhe sua opinião nos comentários e conte como você enxerga casos semelhantes de estelionato no cenário atual.

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