Renata Vieira, pastora e pré-candidata a deputada estadual pelo PL, está no centro de uma polêmica após um vídeo que a registra agredindo um entregador de móveis em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Ela afirma ter sido alvo de intolerância política, enquanto a campanha segue em curso.
Nas imagens, testemunhas mostram Renata empunhando tapas, xingando e arremessando pedras contra o profissional, que, segundo moradores, tentava explicar que não conseguiria descarregar um sofá sozinho sem a ajuda de outro funcionário da loja. O episódio aconteceu pela manhã, na cidade de Contagem.
A versão da pré-candidata é que o confronto teve motivação política, após o entregador supostamente a identificar como bolsonarista. Em vídeo gravado na UPA com a presença de um policial, Renata exibe marcas nas mãos e nas pernas e afirma ter sido vítima de “chutes, socos e beliscões”, sugerindo que o entregador agiu sob ordens de opositores.
Em publicações no Instagram, ela reconheceu que não deveria ter desferido tapas, mas manteve a tese de ser a vítima e disse buscar imagens de câmeras de segurança para comprovar as agressões. A assessoria de Renata classificou como inaceitável qualquer hostilidade — independente da posição política — e informou que as autoridades foram acionadas, que ela recebeu atendimento médico e que compareceu ao IML para o exame de corpo de delito.
A Polícia Civil de Minas Gerais investiga as circunstâncias para apurar as responsabilidades de ambas as partes. O caso ganhou ampla repercussão nas redes, e Renata, com mais de 1,1 milhão de seguidores, afirma ter sido alvo de ataques políticos e reforça a intenção de esclarecer os fatos por meio de imagens de segurança.
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