Resumo jornalístico: Em Itabatã, distrito de Itamaraju/Mucuri, na Bahia, um caso envolvendo um advogado e um médico ganhou contornos ao longo de duas datas distintas: 27 de junho de 2025, quando houve atraso no atendimento a uma mãe com suspeita de infarto no Hospital Paineiras, e 27 de agosto de 2025, quando, na Escola Casa do Estudante, houve agressão física contra o advogado. A apuração está na Delegacia Territorial de Mucuri, com colaboração de testemunhas e acompanhamento de autoridades locais. Fonte: Liberdade News.
Mucuri, Bahia — O caso envolve o advogado Herlon Gracindo Santos Pessoa, 48 anos, e o médico Alessandro Jareta, conforme apurado pelas equipes de reportagem. A história teve início no distrito de Itabatã após uma queixa de demora no atendimento a uma paciente com suspeita de infarto, no Hospital Paineiras, em 27 de junho de 2025. Segundo apuração, cerca de 30 minutos sem atendimento levaram o advogado a buscar informações na recepção, momento em que ocorreu uma discussão com o médico, que trabalha para a Suzano e atende aos sábados no hospital.
Segundo a versão apresentada à Polícia Civil, o advogado relatou que sua mãe já havia tido infarto anteriormente e que seu pai faleceu, em dezembro de 2025, vítima de infarto. No decorrer da discussão, o médico teriam dito que o atendimento deveria aguardar, o que, para o advogado, configurou provocação. A Polícia Militar chegou a ser acionada, segundo registros.
O segundo episódio — por volta das 19h30 de 27 de agosto de 2025, exatamente dois meses após o primeiro episódio, Herlon esteve na Escola Casa do Estudante em Itabatã para acompanhar a apresentação da filha. Ao se dirigir à portaria para buscar um lanche para a criança, o advogado afirma ter sido surpreendido por um soco pelas costas, atingindo a região da costela esquerda, vindo, ainda, a ser alvo de novos golpes conforme relatos de testemunhas. Segundo apuração, o médico Alessandro Jareta teria avançado na direção de Herlon, proferindo ameaças e xingamentos ligados à desavença ocorrida no hospital. A intervenção de duas pessoas presentes interrompeu a agressão.
Investigações — A reportagem apurou junto a fontes que Herlon afirmou temer pela própria integridade física e que pode sofrer novas agressões. O caso foi registrado na Delegacia Territorial de Mucuri e está sob a responsabilidade do delegado Daniel Márcio de Souza. A Polícia Civil deve ouvir testemunhas citadas no registro e analisar elementos para esclarecer o episódio.
A reportagem tentou contato com o médico, sem sucesso até o fechamento desta edição. O advogado Herlon Gracindo Santos Pessoa afirmou que prefere não comentar além do que já foi apresentado às autoridades, mas reiterou a preocupação com a segurança. A equipe do PrimeiroJornal acompanha o caso e aguarda novos desdobramentos.
Fonte: Liberdade News
