CNU 2 oficializa nova classificação com vagas remanescentes e adicionais

Escrito por: Diógenes Cunha

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Resumo jornalístico: ENAP divulga nova classificação de candidatos do CNU 2. Ao todo, 702 aprovados entre MGI e INSS; Edital 228/2026 publicado no DOU em 31; CNU 2025 oferece 3.652 vagas com reserva de cotas; mais de 24 mil mulheres participaram (?57% dos convocados).

Palavras?-chave: CNU 2, ENAP, concurso público, vagas MGI, INSS, cotas, mulheres.

Brasil – Uma nova classificação de candidatos aprovados para parte dos cargos da segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CNU 2) foi divulgada pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap), vinculada ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). O Edital nº 228/2026, com a nova lista, foi publicado no Diário Oficial da União na última sexta-feira (31).

Ao todo, são 702 classificados, sendo 242 vagas remanescentes e 460 vagas adicionais, distribuídas entre o MGI e o INSS.

Ministério da Gestão – Para o cargo de analista técnico-administrativo, que exige nível superior em qualquer área de formação, são 208 vagas remanescentes e 300 vagas adicionais.

INSS – Já para o INSS, são 194 vagas, sendo 34 remanescentes e 160 adicionais, distribuídas para o cargo de analista do seguro social em diversas especialidades — entre elas serviço social, fisioterapia, psicologia, terapia ocupacional, tecnologia da informação, engenharia, direito, contabilidade, administração e estatística.

CNU 2025 – A segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado, realizada no segundo semestre de 2025, ofertou, inicialmente, 3.652 vagas distribuídas em 32 órgãos federais. Os cargos foram agrupados em nove blocos temáticos, podendo ser escolhidos conforme a ordem de preferência indicada na inscrição. Do total de vagas do chamado Enem dos Concursos, 3.144 vagas foram destinadas a cargos de nível superior e 508 a cargos de nível intermediário. Conforme previsto em lei federal, houve reserva de vagas para negros, pessoas com deficiência (PCD), indígenas e quilombolas. Nesse processo, o Ministério da Gestão ainda adotou o mecanismo de equiparação de gênero, com o objetivo de garantir que o número de mulheres aprovadas para a fase discursiva fosse proporcional ao de candidatos homens. A medida resultou na participação de mais de 24 mil mulheres, cerca de 57% dos convocados, nas provas.

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