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Fachin encaminha ao CNJ proposta de Código de Ética para magistrados

Fachin encaminha ao CNJ proposta de Código de Ética para magistrados
Fachin encaminha ao CNJ proposta de Código de Ética para magistrados

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Resumo Extremo Sul da Bahia — Em Brasília, o ministro Edson Fachin apresentará ao CNJ uma proposta de código de ética para o Poder Judiciário. A iniciativa orienta tribunais, magistrados e servidores na prevenção de conflitos de interesse, sem criar novas punições. Votação prevista para esta terça-feira; STF não é atingido pela proposta. Fonte: Metropoles, parceiro do PrimeiroJornal.

Fachin leva ao CNJ proposta de Código de Ética para magistrados
BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

Extremo Sul da Bahia — Em Brasília, nesta terça-feira (4/8), o ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), apresentará ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) uma proposta de código de ética para o Poder Judiciário, segundo informações divulgadas pela Metropoles, parceiro do PrimeiroJornal.

A proposta visa orientar tribunais, magistrados e servidores na prevenção de situações que possam comprometer a imparcialidade da Justiça. O texto não cria novas punições nem altera as regras de impedimento e de suspeição.

A minuta institui diretrizes para a identificação e gestão de conflitos de interesses. Quando houver conflito real, potencial ou aparente, magistrados poderão declarar ou comunicar a situação, abster-se de participar de decisões ou de procedimentos administrativos e adotar outras medidas para preservar a imparcialidade.

Entre os temas da proposta estão as chamadas “situações de atenção especial”, como participação em eventos custeados por terceiros, recebimento de presentes, vínculos familiares e relações com fornecedores e grandes litigantes. Sobre presentes, benefícios, cortesias e hospitalidades, a minuta prevê que tais situações devem observar os princípios da impessoalidade, prudência, proporcionalidade, transparência e preservação da independência funcional.

“Os tribunais deverão examinar, de forma objetiva, em cada caso, os critérios para aceitação, recusa, devolução ou destinação institucional de presentes, observadas as normas legais aplicáveis e as situações de caráter protocolar ou institucional”, aponta trecho da proposta.

Fachin pretende levar o tema à votação nesta terça-feira. As medidas não se aplicam aos ministros do STF, já que um Código de Ética específico para a Corte está sendo elaborado pela ministra Cármen Lúcia e deve ser concluído até o fim deste ano.

Fonte: Metropoles, veículo parceiro do PrimeiroJornal.

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