Resumo Jornalístico – Jovem de 20 anos foi mantida em cativeiro por seis dias em Ouro, Oeste de Santa Catarina, após o desaparecimento ter sido registrado em Zortéa. Forçada a gravar vídeos íntimos sem consentimento, teve o celular controlado e foi impedida de contatar familiares. Suspeito foi preso em flagrante com apoio da Polícia Militar; caso segue sob investigação pela Polícia Civil. Delegacia de Zortéa coordena as apurações.
Ouro, Santa Catarina – Uma estudante de 20 anos ficou em cativeiro por seis dias em Ouro, após o desaparecimento da jovem ter sido registrado pela família em Zortéa. A Polícia Civil informou que, durante o período, a vítima foi forçada a gravar vídeos íntimos sem consentimento e teve o celular retido pelo suspeito. O homem foi preso em flagrante no último sábado, com apoio da Polícia Militar. O caso é apurado pela Polícia Civil, com atuação da Delegacia de Zortéa.
Conforme o depoimento, na segunda-feira (27) ela deixou a faculdade e entrou no carro do suspeito, que a levou para a residência dele e a manteve ali, impedindo que saísse. Imagens da polícia mostram o imóvel em condições precárias, com a vítima isolada e sem contato com o mundo externo.
Durante os seis dias em que permaneceu no imóvel, a jovem foi obrigada a gravar vídeos íntimos contra a própria vontade. Os materiais eram usados pelo investigado para intimidar a vítima e desencorajar qualquer denúncia ou tentativa de fuga.
A vítima relatou ainda que teve o celular sob controle do investigado e foi impedida de manter contato livre com familiares. Ela foi obrigada a enviar mensagens simulando que estava bem, visando afastar suspeitas sobre o desaparecimento.
As buscas tiveram início logo após o registro do desaparecimento. Na sexta-feira (1º), as diligências foram ampliadas para o município de Ouro; na manhã seguinte, o imóvel foi localizado com apoio da Polícia Militar. O suspeito foi preso em flagrante e a investigação permanece sob responsabilidade da Polícia Civil.
