Resumo: COLÉSSA (Coletivo Salvador), projeto anunciado pelo músico e empresário Jonga Cunha, é apresentado como uma provocação ao mercado musical baiano. O coletivo planeja lançamentos sazonais, gravando bases para músicas inéditas ou regravações e abrindo espaço para várias vozes sobre a mesma base, resultando em diferentes versões de um hit. O primeiro fonograma deve chegar às rádios e plataformas ainda neste ano.
Coléssa, segundo Cunha, funciona como uma provocação ao mercado musical baiano, reforçando a ideia de que diferentes artistas podem grava suas vozes sobre uma única base, gerando leituras diversas de uma mesma música. A proposta visa estimular a colaboração entre intérpretes, mantendo a essência da canção, mas explorando nuances de interpretação com novas vozes. O formato, dizem os apoiadores, pode ampliar o alcance de temas já conhecidos e aproximar públicos distintos.
O cronograma estipulado para o COLÉSSA prevê ações em dois momentos ao longo do ano: no início do verão e no início do inverno. Em cada edição, o coletivo produzirá o arranjo e gravará a base de uma música — inédita ou uma regravação em homenagem a grandes nomes da música brasileira —, liberando o material para que diversos artistas possam registrar suas vozes. O objetivo é gerar várias versões de um mesmo hit, todas apoiadas por uma única batida estrutural.
Ainda de acordo com as informações divulgadas, o projeto pretende viabilizar a participação de diferentes artistas em cada faixa, explorando distintos timbres, estilos e interpretações, sem distorcer a identidade da música original. A ideia é criar uma plataforma criativa onde intérpretes possam colaborar, mantendo a coesão musical proporcionada pela base principal. O lançamento do primeiro fonograma está previsto para chegar às rádios e às plataformas digitais ainda neste ano, apresentando-se na voz e na abordagem de diversos artistas.
Crédito: BahiaNotícias
