Resumo jornalístico: ACM Neto acusa Jerônimo Rodrigues de vencer na Bahia usando a máquina pública; Neto perdeu o governo estadual no 1º turno de 2026. Ele vai a Brasília (5) discutir a posição da União Brasil no 2º turno entre Lula e Bolsonaro. Neto também critica gestão de Jerônimo em segurança, saúde e educação e aponta possível abertura para mudanças políticas na Bahia nos próximos anos.
Palavras-chave: ACM Neto, Jerônimo Rodrigues, Bahia, União Brasil, eleições 2026, máquina pública, segundo turno.
Bahia – O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União), afirmou em entrevista que a vitória de Jerônimo Rodrigues (PT) na disputa pelo governo da Bahia teria sido alcançada, segundo ele, com o uso da máquina pública durante o pleito. Neto, que participou da eleição para o governo do estado no primeiro turno de 2026, afirmou que viajará para Brasília na segunda-feira (5) para se reunir com as principais lideranças nacionais do União Brasil e definir a posição da sigla no segundo turno da eleição presidencial, entre Lula (PT) e Bolsonaro (PL).
“Vou a Brasília amanhã à noite, vou me reunir com meus parceiros do União Brasil a nível nacional, para ainda nesta semana anunciar nossa posição na eleição presidencial no segundo turno”, disse Neto em entrevista. A fala sinaliza a articulação da legenda para o pleito entre Lula e Bolsonaro, com definição de alinhamento no palanque estadual.
Ao comentar o resultado na Bahia, Neto afirmou que a derrota decorreu de “mentiras, ataques e falsidades” e voltou a atribuir o placar ao uso da máquina pública. Ele também criticou a gestão de Jerônimo Rodrigues em áreas como segurança pública, saúde e educação.
“Neste momento, não houve êxito por conta das mentiras, ataques e falsidades de uma eleição. Foi resultado do uso da máquina, e o governador não teve méritos em relação a isso. Nós vamos continuar na luta, cobrando Jerônimo Rodrigues pela violência na Bahia, pela fila da regulação, pela péssima qualidade do ensino do nosso estado”, afirmou Neto.
O ex-prefeito também apontou a perspectiva de que o cenário nacional possa abrir espaço para mudanças políticas na Bahia nos próximos anos, com a expectativa de um “horizonte diferente” já no próximo ano.

