Amigos e familiares se despedem em enterro de bancária morta no Itaigara

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O corpo da bancária Rita Maria Britto Fragoso e Silva, de 62 anos, que foi encontrada morta em seu apartamento, na quinta-feira (12), com sinais de estrangulamento, foi enterrada na tarde desta segunda-feira (16), no cemitério Bosque da Paz. No velório, familiares e amigos prestaram as últimas homenagens.

Momentos antes do cortejo, todos os presentes se juntaram na sala de velamento. Algumas palavras de saudade foram ditas sobre Maria Rita e, em meio a aplausos, o caixão foi levado para o local do sepultamento. 

Sob comoção dos presentes, o enterro da bancária aconteceu às 15h45. No caixão, uma foto de Maria ao lado dos dois filhos simbolizava a presença deles, que moram em Portugal. Muito abalados, amigos e familiares não quiseram comentar sobre o caso. 

Entenda o caso

O corpo de Rita foi encontrado no sábado (14), dentro do seu apartamento, no bairro do Itaigara. No entanto, a morte aconteceu na quinta-feira (12), segundo a perícia técnica. Quem a encontrou foi um de seus sobrinhos depois que familiares estranharam o sumiço da bancária por dois dias.

Segundo os familiares da vítima, a porta do apartamento e a porta do quarto onde Rita Maria foi encontrada estavam trancadas e ela tinha um travesseiro sobre o rosto. A Polícia Civil também revelou que Rita Maria tinha ferimentos pelo corpo causados por um objeto perfurocortante e um fio enrolado no pescoço. Alguns pertences da vítima, como notebook, celular e documentos, não foram encontrados. 

A autoria e motivação do crime ainda são desconhecidas e a investigação está sendo conduzida pela 1ª DH/Atlântico. 

*Com a orientação da subchefe de reportagem Monique Lôbo

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