Rio de Janeiro reforça policiamento em Copacabana, mas não registra protestos

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Por determinação do governador Cláudio Castro, segurança segue reforçada em algumas instalações e prédios públicos, em especial nos arredores da Refinaria de Duque de Caxias (Reduc)

Reprodução/Facebook/41º Batalhão de Polícia Militar – PMERJ

Farda com detalhe do logo do 41º Batalhão de Polícia Militar - PMERJ

Agentes da Polícia Militar do Rio de Janeiro foram acionados na orla de Copacabana, mas manifestações contra o governo Lula (PT) não ocorreram

Nesta quarta-feira, 11, o policiamento foi reforçado na orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, após ameaças de novas manifestações contrárias ao governo de Lula (PT), na esteira das invasões e depredações promovidas em Brasília no último domingo, 8. O ato, que estava programado para acontecer de noite, em frente ao Posto 5, não aconteceu. Desde cedo, agentes e membros da cavalaria da Polícia Militar reforçaram intensamente o patrulhamento na região na perspectiva de que a manifestação acontecesse. Apesar da presença de poucos manifestantes, à medida que o protesto não se concretizou de fato o efetivo foi prontamente desmobilizado. Horas antes do ato, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, proibiu bloqueio de vias públicas e rodovias e invasão de prédios públicos em todo o território nacional. Por determinação do governador Cláudio Castro (PL), o policiamento segue reforçado em algumas instalações e prédios públicos, em especial nos arredores da Refinaria de Duque de Caxias (Reduc), onde o Batalhão de Choque e uma tropa de elite da polícia militar ficarão por tempo indeterminado.

*Com informações do repórter Rodrigo Viga

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