Festival de Cultura tem início em Santa Inês; prefeito destaca entretenimento pós-pandemia

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Começou, na noite desta sexta-feira (13), no município de Santa Inês, no Vale do Jiquiriçá, o Festival de Cultura. O evento foi interrompido nos últimos dois anos, devido à pandemia de Covid-19, mas retorna em 2023, promovido pela prefeitura local. As informações são do Blog Marcos Frahm, parceiro do Bahia Notícias.

A primeira noite do Festival teve apresentações culturais envolvendo a Fanfarra Musical de Santa Inês (Fanmusi), a Companhia de Teatro coordenada por professores da Educação Integral do Município, além de shows musicais de Uilson Frenesy e do grupo feminino Yayá Massemba.

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Foto: Reprodução / Blog Marcos Frahm

De acordo com o prefeito Émerson Elói (PT), o grande diferencial nesta edição da festa popular que movimenta o território do Vale é a geração de emprego e renda, associada ao lazer e entretenimento pós-pandemia.

”Fizemos uma abertura mais tranquila, com atividades culturais, bandas da cidade, mas ainda estamos nos últimos detalhes para receber uma grande quantidade de pessoas. A expectativa da população é muito grande depois de dois anos muito difíceis, não só porque nós não tínhamos eventos culturais, mas todos estavam retraídos, presos em casa e isso causou muita tristeza para as pessoas, com problemas ligados a psiquiatria, a psicologia e esse momento que estamos vivendo agora, de lazer, de entretenimento, é um brilho”, disse o mandatário.

”Lógico que a gente faz o festival com a intenção de que as pessoas convivam com a cultura, mas nós somos gestão, temos que fazer as estratégias corretas, porque é importante que gere circulação, e se gera circulação, gera consumo e traz renda para o município”, continuou o prefeito.

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Prefeito Emerson Elói | Foto: Reprodução / Blog Marcos Frahm

O secretário de Cultura do Município, Reuben Marinho, revelou que 100% da rede hoteleira da cidade está ocupada e que as casas disponíveis para aluguel já foram ocupadas, em sua totalidade.

”A ocupação é de 100%. Hoje a gente não acha mais hotel, não acha casas e as cidades vizinhas estão sendo usadas para acolher os visitantes que estão vindo para a nossa cidade”, explicou Marinho.

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