Pastor Denilson Fonseca se defende de acusações e diz que a Land Rover foi presente

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O apóstolo Denilson Fonseca, líder da Comunidade Cristã Aliançados, utilizou a parte final do culto deste domingo (1º) para responder às diversas acusações que têm circulado contra ele nos últimos dias, incluindo alegações de desvio de dinheiro e perseguição a membros da igreja. Em sua defesa, Denilson esclareceu pontos sobre seu patrimônio, a gestão financeira da igreja e as recentes denúncias envolvendo a tentativa de compra de um terreno.

Denilson explicou que o carro de luxo da marca Land Rover, apontado em denúncias como parte de seu patrimônio, foi um presente dado por dois membros da igreja, que estavam presentes no culto e confirmaram a doação. Ele também detalhou que a casa em que vive, situada em um condomínio de alto padrão, foi adquirida com recursos provenientes da venda de 17 terrenos e duas casas em São Paulo, além de cartas de crédito e um carro.

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Em relação às finanças da igreja, o apóstolo ressaltou que ele não possui acesso direto às contas bancárias ou à administração financeira da Aliançados. A equipe administrativa da igreja, composta por seis mulheres e um membro da equipe jurídica, subiu ao palco para confirmar que Denilson não interfere nas finanças e que, em momentos de necessidade, ele tem feito aportes financeiros do próprio bolso para manter as contas em dia.

Denilson também abordou a polêmica sobre a compra do terreno da TIM, que gerou um imbróglio judicial. Ele negou as acusações de que a negociação teria sido um estratagema para desviar dinheiro para si, explicando que a tentativa de compra foi realizada com a participação de um grupo maior e que o caso ainda está em disputa na Justiça.

O líder religioso finalizou sua defesa pedindo que os pastores presentes no culto se manifestassem sobre as acusações de comportamento hostil contra aqueles que decidem deixar a igreja. Todos os presentes negaram ter testemunhado ou sido vítimas de qualquer atitude agressiva por parte de Denilson.

As denúncias, que incluem a expulsão de ex-pastores, como no caso do pastor Paulo Cesar Lemos, continuam a repercutir, mas Denilson manteve sua posição de que as acusações são infundadas e que sua conduta como líder da Aliançados tem sido transparente e alinhada com os valores da igreja.

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