Um plano golpista foi encontrado com um assessor de Braga Netto durante uma operação da Polícia Federal em Brasília. O documento, chamado de “Operação 142”, tinha o objetivo de evitar que Luiz Inácio Lula da Silva assumisse a presidência após as eleições de 2022.
O esboço do golpe foi descoberto em fevereiro de 2024 na sede do Partido Liberal e continha propostas para manter Bolsonaro no poder, mesmo após sua derrota nas urnas. O plano incluía a suspensão do processo de transição, a anulação das eleições, a substituição de ministros do TSE e a convocação de novas eleições.
Além disso, o documento sugeria a mobilização de juristas para justificar legalmente as ações, a preparação das Forças Armadas e discursos em rede nacional para legitimar o golpe. A Polícia Federal indiciou Bolsonaro, Braga Netto e mais 35 pessoas por sua suposta participação nessa tentativa de golpe de Estado.
O plano visava impedir que Lula assumisse a presidência, com medidas que incluíam a substituição de ministros do TSE, a convocação de novas eleições e a mobilização das Forças Armadas. A PF indiciou Bolsonaro, Braga Netto e outros por participarem dessa suposta tentativa de golpe, que incluía até a eliminação física de líderes do governo eleito.

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