Exclusivo: policial civil mentiu identificação ao ameaçar Natuza Nery

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A jornalista Natuza Nery foi ameaçada por um homem enquanto fazia compras em um supermercado. O agressor, que se identificou como policial civil, mentiu sobre sua identidade e nome.

Desconfiada da atitude do homem, Nery decidiu segui-lo para obter informações precisas, já que a polícia militar demorou a chegar. Somente na delegacia a verdadeira identidade do agressor, Arcenio Scribone Junior, foi revelada.

Junior chegou ao delegado dizendo que Nery merecia ser “aniquilada” devido ao canal em que trabalhava. Ele afirmou ter feito apenas críticas ao trabalho dela, mas testemunhas relataram que ele a xingou no supermercado.

No desenrolar do caso, Junior mantém-se em silêncio. Ele foi encaminhado para exames e diligências foram feitas para encontrar imagens e testemunhas do incidente.

Ministro do STF, Gilmar Mendes expressou apoio a Natuza Nery, ressaltando a importância do jornalismo profissional e da liberdade de expressão em democracias.

O professor Felipe Nunes e a atriz Dadá Coelho também manifestaram solidariedade à jornalista, condenando a intolerância e violência sofridas por Nery.

Resumo do caso:

Uma mulher é ameaçada por um policial civil em um supermercado, que mente sobre sua identidade. Após o ocorrido, o agressor é identificado na delegacia, onde a vítima decide prestar queixa. O apoio da comunidade e autoridades é recebido pela vítima, com destaque para a importância do jornalismo e liberdade de expressão.


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