Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, vive a terceira fase da Operação Baco, com a apreensão de quase 2 mil litros de bebidas alcoólicas adulteradas na cidade e na região metropolitana. A ação, realizada de 1º a 30 de abril, visou coibir a venda de itens sem registro e impróprios para consumo, em 29 estabelecimentos fiscalizados, entre bares, depósitos e lojas, com foco no Mercado Central.
As equipes atuaram em pontos estratégicos da cidade e identificaram irregularidades como ausência de selo de procedência, rotulagem inadequada e dúvidas sobre a qualidade dos produtos. Todo material considerado impróprio foi imediatamente retirado de circulação e descartado conforme as normas vigentes.
Segundo o capitão Rafael Veríssimo, porta-voz da PMMG, a operação combate não apenas a venda de bebidas adulteradas, mas estruturas ligadas ao crime organizado, incluindo a lavagem de dinheiro. A atuação integrada busca proteger moradores e turistas que circulam pela cidade.
Apesar das apreensões, não houve prisões nesta fase. As investigações seguem com base em evidências e informações de inteligência, e podem resultar em enquadramentos criminais por vender bebidas impróprias para consumo, conforme o Código de Defesa do Consumidor.
Além das ações operacionais, houve orientação educativa a comerciantes e consumidores sobre os riscos do consumo de bebidas irregulares. A população pode denunciar suspeitas pelos telefones 190 e 181.
A Operação Baco é fruto de uma parceria entre a Polícia Militar, a Polícia Civil, a Sejusp e órgãos de fiscalização estaduais, municipais e federais. Novas fases estão previstas, com ações no interior do estado para manter o monitoramento e ampliar a repressão a práticas ilegais no setor.
E você, o que pensa sobre esse tipo de fiscalização que busca proteger consumidores e a imagem da cidade? Compartilhe suas ideias nos comentários.
Galeria de imagens da operação
Confira momentos da ação, com apreensões feitas no Mercado Central e em depósitos estratégicos da cidade.








