Um homem de 51 anos foi internado com intoxicação por metanol em São Bernardo do Campo, elevando para 54 o total de casos confirmados no estado de São Paulo. A vítima chegou ao Hospital de Urgência em 19 de maio e a confirmação veio em 26 de maio. Após atendimento, ele recebeu alta e segue em recuperação, enquanto a Vigilância Sanitária busca identificar onde a bebida adulterada foi consumida e a origem do produto contaminado.
No conjunto estadual, o registro recente eleva o quadro de óbitos por metanol entre 2025 e 2026 para 12. As vítimas, cujos casos são apurados pela prefeitura e pela Secretaria de Saúde, incluíram moradores de diversas cidades da região metropolitana e interior. Abaixo, os relatos destacados pela apuração oficial:
- Quatro homens de 26, 45, 48 e 54 anos, residentes da cidade de São Paulo.
- Uma mulher de 30 anos e um homem de 62 anos, de São Bernardo do Campo.
- Dois homens de 23 e 25 anos e uma mulher de 27 anos, de Osasco.
- Um homem de 37 anos, de Jundiaí.
- Um homem de 26 anos, de Sorocaba.
- Um homem de 26 anos, de Mauá.
Segundo a regulamentação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o limite permitido de metanol em bebidas destiladas é de 20 miligramas por 100 mililitros. Em doses elevadas, o metanol pode causar cegueira e, em casos graves, levar à morte. No Brasil, entre 26 de setembro e 5 de dezembro de 2025, foram registradas 890 notificações de intoxicação por metanol. Deste total, 73 casos foram confirmados, 29 estavam em análise e 788 foram descartados; entre os confirmados, 22 resultaram em óbito.
Galeria de imagens – Abaixo, imagens associadas aos alertas de saúde pública sobre metanol (clique para ampliar).



No cenário nacional, entre 26 de setembro e 5 de dezembro de 2025, o Ministério da Saúde registrou 890 notificações de intoxicação por metanol. Desses, 73 casos foram confirmados, 29 permaneciam em análise e 788 foram descartados; ao todo, 22 óbitos ocorreram entre os confirmados, reforçando a importância de fiscalização rigorosa e de informações públicas claras sobre riscos.
A combinação de fiscalização, controle de bebidas e conscientização da população é essencial para evitar novos episódios. A gestão local reforça a necessidade de denúncias e de compra responsável de itens alcoólicos, bem como de vigilance contínua das autoridades sanitárias.
Queremos saber sua opinião: você acredita que as ações de fiscalização podem reduzir casos de intoxicação por metanol? Deixe seu comentário com sugestões ou experiências relacionadas para ampliar o debate público e fortalecer a segurança de todos.
