Em janeiro de 1971, o general José Antônio Nogueira Belham, suspeito de envolvimento na morte de Rubens Paiva, tentou se distanciar do ocorrido alegando estar de férias. Entretanto, evidências mostram deslocamentos suspeitos no dia da prisão do político. Documentos e testemunhos contradizem sua versão, ligando-o a 19 mortes na ditadura militar.
No relatório da Comissão Nacional da Verdade (CNV), Belham é apontado como um dos responsáveis pelo assassinato de Rubens Paiva. O processo aguarda decisão sobre a Lei da Anistia para progredir. Mesmo recebendo altos rendimentos e mantendo a patente de marechal, sua defesa não se pronunciou.
Investigações apontam que Belham estava envolvido em diversas violações de direitos humanos, relacionadas a pelo menos 19 mortes durante a ditadura militar. Os desdobramentos legais sobre o envolvimento do general nos crimes cometidos contra Rubens Paiva estão em curso, aguardando análise da Lei da Anistia.
Outras mortes ligadas ao general
O general Belham é associado a uma série de mortes durante a ditadura militar, sendo citado no relatório da CNV como participante em diligências que culminaram em diversos crimes violentos contra os direitos humanos. Dentre as vítimas, destacam-se:
Os desdobramentos legais envolvendo o general Belham e outros militares aguardam posicionamento da justiça em relação à aplicação da Lei da Anistia, destacando a importância de responsabilização pelos crimes cometidos durante o regime militar.
Defesa
A busca por esclarecimentos junto à defesa do general José Antônio Nogueira Belham permanece sem retorno até o fechamento desta matéria. O espaço permanece acessível para eventuais manifestações que contribuam para um entendimento mais amplo sobre os fatos em questão.

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