Filho adotivo que planejou sequestro do pai em Manaus pediu R$ 700 mil

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Um empresário de 74 anos foi sequestrado em Manaus na última quarta-feira, 11. O plano do crime foi elaborado pelo seu filho adotivo, David Francisco Braga de Araújo, de 29 anos, que, juntamente com um grupo de cúmplices, exigiu um resgate de R$ 700 mil.

A vítima, que atua na área de odontologia, foi abordada por criminosos enquanto se dirigia para casa. Os sequestradores a mantiveram em cativeiro e entraram em contato com familiares para exigir o pagamento.

Investigação rápida

As investigações conduziam pela Delegacia Especializada em Roubos, Furtos e Defraudações (DERFD) logo identificaram o envolvimento do filho no crime. Além de David, outros três homens foram presos, incluindo um ex-funcionário do empresário, que forneceu informações sobre sua rotina.

O grupo utilizou um carro alugado com placas clonadas para realizar a abordagem. O plano foi executado em detalhes, e a vítima foi levada a um cativeiro em um bairro da zona oeste, onde permaneceu enquanto os sequestradores exigiam o resgate via transferências bancárias.

Prisões e consequências

Quatro homens foram detidos em conexão com o sequestro. Além de David, foram presos Douglas Oliveira da Silva, que trabalhava com a vítima, Arleson Silva dos Santos, responsável pela locação do veículo, e Talysson Cardoso dos Santos, que participou da abordagem.

Arleson confessou à polícia que tentou enganar os investigadores, mas a identificação do carro foi descoberta. Apesar das prisões, apenas R$ 100 mil dos R$ 700 mil exigidos foram recuperados, e três suspeitos continuam foragidos.

Libertação da vítima

A libertação do empresário aconteceu após um cerco policial. Embora a polícia não tenha revelado se o pagamento do resgate foi feito antes da sua liberação, a vítima foi encontrada em segurança.

Os detidos vão responder por extorsão mediante sequestro, associação criminosa e posse ilegal de armas. Após a audiência de custódia, tiveram a prisão convertida em preventiva e foram encaminhados ao sistema prisional. As investigações seguem em busca de outros membros do grupo e da quantia faltante.

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