O conselheiro Marcus Presídio despediu-se, nesta terça-feira (6), da presidência do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA) após dois mandatos consecutivos desde 2022. A cerimônia ocorreu no auditório Conselheiro Lafayette Pondé, no segundo andar do edifício-sede da Corte, e marcou a transição para a nova Mesa Diretora, que comandará o biênio 2025/2026.
Ao relembrar a trajetória à frente da Mesa Diretora, Presídio destacou o papel regulatório do TCE-BA. Em seu discurso, ressaltou que “em vez de simplesmente consignar a falha e impor a penalidade, também é previsível e, talvez, mais fácil. Este tribunal escolheu ir além. Tratou o caso com a mesma prioridade e necessidade reservadas a grandes impedimentos, reafirmando que a relevância do controle não se mede pelo problema da obra, mas pelo impacto real da política pública na vida das pessoas”.
Presídio também afirmou que, ao optar por outro caminho, entendeu que a mera reposição financeira não substitui a concretização de direitos da cidade. “É nisso que trabalhei nesses últimos quatro anos. Agora, encerrada esta missão, permita-me voltar o olhar à base de tudo que eu sou, minha família”, disse o gestor, reconhecendo o apoio dos familiares.
O gestor ainda lembrou dos pais, citando a educação, a retidão e o senso de responsabilidade que herdou deles, lembrando que esses valores o acompanharam na missão.
A saída de Presídio abre espaço para a posse da nova Mesa Diretora do TCE-BA, eleita em dezembro de 2025. A formação é composta por Gildásio Penedo Filho (presidente), Marcus Presídio (vice-presidente) e Carolina Matos (corregedora).
Essa transição coloca a agência fiscalizadora em um novo ciclo, com foco em acompanhar a aplicação de políticas públicas que impactam diretamente moradores da cidade. Queremos saber sua opinião: como você avalia o papel do TCE-BA na fiscalização e na defesa dos direitos da população? Deixe seu comentário abaixo.

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