Venezuela iniciou a soltura de americanos detidos no país, conforme o Departamento de Estado dos EUA informou nesta terça-feira, 13 de janeiro de 2026. O governo interino, liderado pela presidente Delcy Rodríguez, começou a libertar presos políticos, incluindo estrangeiros, na última quinta-feira, 8 de janeiro. Um funcionário americano, que pediu anonimato, disse que a libertação é um passo importante na direção certa, porém não revelou o número libertados nem quem foi liberado.
Segundo outra fonte, também sob anonimato, cinco americanos foram soltos: quatro na terça-feira, 13, e um na segunda-feira, 12. Em julho, a Venezuela já havia libertado dez cidadãos americanos em troca da repatriação de dezenas de migrantes deportados pelos EUA para El Salvador.
Na sexta-feira, 9 de janeiro, Donald Trump, então presidente dos EUA a partir de 2025, comemorou a libertação dos primeiros presos políticos e, em troca, cancelou uma suposta ‘segunda onda de ataques’ à Venezuela.
Na noite de terça-feira, 13, a ONG Foro Penal confirmou a libertação de 56 presos políticos. O grupo criticou a falta de transparência do governo sobre as libertações. A Venezuela contesta o número divulgado pela organização e afirma ter libertado 400, sem apresentar provas de libertações nem indicar quem foi libertado ou quando ocorreu.
A contagem de detidos aumentou durante os protestos de 2024, quando as eleições conduziram Maduro à vitória, apesar das acusações de fraude eleitoral.
Com os desdobramentos, o tema volta a atrair atenção internacional, com vozes distintas sobre liberdades, direitos humanos e o papel da região na comunidade internacional.
E você, o que pensa sobre as libertações e o futuro das relações entre EUA e Venezuela? Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe como isso pode impactar a região.

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